domingo, 22 de julho de 2007

Em seguida ultrapassado pelo bólido


Boa noite, são uma e vinte e três da á eme, é tarde.
Antes de tudo vou cumprimentar nosso novo companheiro mardrum, benvindo a casa amigo! Tudo de bom pra você! E começo com meu primeiro ensaio, espero que gostem.

Das influências e conveniências do ser.

Uma roupa, você a vê na vitrine.
Pensa nas diversas maneiras que ela vai
lhe servir, convencional de forma ou nem
um pouco:

Um vestido pode te embrulhar, presente de
marmanjo; Proteger do frio; Dedique para alguém
se quiser; Ele pode ser seu travesseiro ou passar para
tua irmã mais nova.

Pessoas, pessoas, pessoas. Se alguém ouvisse o
Pano, saberia que ele não é nosso escravo.
Ou não saberia nada, vestido não fala.

7 comentários:

Mardrum disse...

opa, valeu pela recepção perâ
e eu só vou postar hist´roar e pirações, esse negocio de sílabas poéticas, rimas e sei lá o que mais eu não manjo mesmo xD
yay

e legal esse textinho do vestido
bom mesmo =P

Pilha'Z disse...

Eu adorei

Ficou bem legal...

Anônimo disse...

mil faces para apenas um objeto...o valor que as pessoas impõe para coisas inanimadas, me dá medo!

(tentativa 1234 de comentar)

adorei o texto!

Perera disse...

Aeew heitor
fico mto loko o texto
vestido naum fala rox.

Anônimo disse...

"Á EME" foi muito bom!!! :D hahahahaha...
E olha só... nunca pensei que eu fosse ler algo de sua autoria. :) Quem te viu, quem te vê.

Adorei o novo Heitor, hehehehe. ;)
Suuuuuuuuuuper beijo, moçoilo.

Saudades do cabelo de carpete, rs.
:D

Heitor Garcia disse...

agora q percebi.. é quase um soneto uhaehua

Anônimo disse...

Bom...

Mto bom...