Boa noite, são uma e vinte e três da á eme, é tarde.
Antes de tudo vou cumprimentar nosso novo companheiro mardrum, benvindo a casa amigo! Tudo de bom pra você! E começo com meu primeiro ensaio, espero que gostem.
Das influências e conveniências do ser.
Uma roupa, você a vê na vitrine.
Pensa nas diversas maneiras que ela vai
lhe servir, convencional de forma ou nem
um pouco:
Um vestido pode te embrulhar, presente de
marmanjo; Proteger do frio; Dedique para alguém
se quiser; Ele pode ser seu travesseiro ou passar para
tua irmã mais nova.
Pessoas, pessoas, pessoas. Se alguém ouvisse o
Pano, saberia que ele não é nosso escravo.
Ou não saberia nada, vestido não fala.
7 comentários:
opa, valeu pela recepção perâ
e eu só vou postar hist´roar e pirações, esse negocio de sílabas poéticas, rimas e sei lá o que mais eu não manjo mesmo xD
yay
e legal esse textinho do vestido
bom mesmo =P
Eu adorei
Ficou bem legal...
mil faces para apenas um objeto...o valor que as pessoas impõe para coisas inanimadas, me dá medo!
(tentativa 1234 de comentar)
adorei o texto!
Aeew heitor
fico mto loko o texto
vestido naum fala rox.
"Á EME" foi muito bom!!! :D hahahahaha...
E olha só... nunca pensei que eu fosse ler algo de sua autoria. :) Quem te viu, quem te vê.
Adorei o novo Heitor, hehehehe. ;)
Suuuuuuuuuuper beijo, moçoilo.
Saudades do cabelo de carpete, rs.
:D
agora q percebi.. é quase um soneto uhaehua
Bom...
Mto bom...
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